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sexta-feira, 18 de março de 2011



Que Deus permita que eu jamais me esqueça de que ELE me ama infinitamente, de que um pequeno grão de alegria e esperança dentro de cada um é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois a vida é construída nos sonhos e concretizada no amor.
(Francisco Cândido Xavier)
Que Deus permita que eu nunca esqueça esse ensinamento na minha profissão.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

As pedras grandes e o vaso





Um professor de Ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Ele pegou um vaso de boca larga e colocou pedras grandes dentro.
Indagou à classe:
- Está cheio?
Unanimente responderam:
- Sim.
O professor pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as rochas grandes. Novamente perguntou aos alunos: - E agora, está cheio?
Dessa vez alguns ficaram hesitantes, mas a maioria respondeu - Sim.
O professor levantou uma lata de areia e começou a derramar areia dentro do vaso. A areia preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor perguntou: - Então, pessoal, está cheio?
Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam: - Sim.
A seguir, o professor mandou buscar um jarro de água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a areia. Nesse ponto, o professor perguntou à classe:
- Qual o objetivo desta demonstração?
Um jovem e estudioso aluno respondeu-lhe:
- Não importa quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá "espremer dentro mais coisas".
O ponto é o seguinte, a menos que você, em primeiro lugar, coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca mais conseguirá colocá-las dentro. Experimente, disse o professor.
O aluno começou a experiência colocando água, depois areia, pedregulho e, por último tentou as pedras grandes. Surpreso verificou que elas não couberam no vaso.
O vaso estava repleto com as coisas menores. O professor explicou ao aluno:
- As pedras grandes são as coisas realmente importantes de nossa vida: - nosso crescimento pessoal e espiritual. Quando damos prioridades a isso, nos mantemos abertos para o novo e as demais coisas se ajustarão por si só - relacionmentos, família, amigos, orofissão, bens espirituais e materiais e demais coisas menores que completam a vida. Mas, se preenchermos nossa vida somente com coisas pequenas, consequentemnte as que são realmente importantes nunca te´~ao espaço em nossa vida.
Recomeçar é sempre maravilhoso.
Sempre é tempo de esvaziar nossos vasos - mental e emocional - e começar a preenchê-los com pedras grandes.
" Ainda há tempo e ainda é tempo".
"Nenhum caminho é longo demais quando um amigo nos acompanha".

Não sei quem é o autor(a) dessa mensagem.
Encontrei-a entre meus velhos papéis.
Adaptei-a quanto a pessoa do verbo.
As fotos são minhas.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Crônica do Sapo Fervido

Vários estudos biológicos provaram que um sapo colocado num recipiente, com a mesma água de sua lagoa, fica estático durante todo o tempo em que se aquece a água, até que ela ferva, o sapo não reage ao gradual aumento da temperatura(mudança de ambiente), e morre quando a água ferve - inchado e feliz. Entretanto, outro sapo jogado nesse recipiente já com água fervendo - salta, imediatamente para fora - meio chamuscado, porém, vivo!
Algumas pessoas têm um comportamnto similar ao do sapo fervido. Não percebem as mudanças, pensam que está tudo bem, que tudo passa, que é só dar tempo, não é necessário tomar providências imediatas...E se quebram e fazem um grande estrago em suas vidas, no trabalho, na família... Alguns deixam esta vida sem perceber as mudanças e os estragos que fizeram.
Já, outros, pulam, saltam, lutam em busca de ações necessárias e importantes para mudar o que está errado.
Mas, há vários tipos de sapos fervidos saltitando por aí - prestes a morrer, porém, boiam estáveis na água do aquecimento global a cada minuto, sem perceber as mudanças que ocorrem, mesmo no "calorzinho" gostoso, aconchegante, ai! que delíciaaaa!
Os sapos fervidos coaxam alegremente suas vitórias porque se banham naquilo que acreditam - (espaço pra você coçar seu queixo, e pensar...).Preferi, caro leitor, não citar. Pra quê?
Mas, termino minha crônica fazendo o apelo do texto original:
" - Acordem sapos fervidos... saiam dessa, o mundo mudou - pulem fora antes que a água ferva. Precisamos de vocês vivos, meio chamuscados, mas vivos e prontos pra agir".
- "Ainda há tempo e ainda é tempo".

Crônica baseada na Parábola do Sapo Fervido.
Não sei quem é o autor.
Espero não ter ferido direitos autorais.

Uma lição de coragem


A águia empurra seus filhotes à beira do ninho. Seu coração maternal se acelera com emoções conflitantes ao mesmo tempo em que sente a resistência dos filhotes aos seus persistentes cutucões.
- Por que a emoção de voar tem de começar com o medo de cair? Essa questão secular ainda não está respondida para ela.
Como manda a tradição da espécie, o ninho estava localizado bem no alto de um pico rochoso nas fendas protetoras de um dos lados dessa rocha. Abaixo deles somente o abismo e o ar puro para sustentar as asas dos filhotes.
- E se isto agora não funcionar? - ele pensou.
Apesar do medo a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão maternal estava prestes a se completar. Restava, ainda, uma tarefa final... o empurrão. A águia tomou-se de coragem que vinha de sua sabedoria interior:
- Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas, não haverá propósito para suas vidas.
- Enquanto eles não aprenderem a voar, não compreenderão o privilégio que é nascerr uma águia. O empurrão era o maior presente que ela podia oferecer-lhs. Era o seu supremo ato de amor.
E então, uma a um, ela os precipitou no abismo...
E eles voaram!...
O texto não sei de quem é. Achei entre papéis velhos.
A imagem: google. imagensporfavor.com (acessado: 12.07.10)

sexta-feira, 9 de julho de 2010

"Clientes são pessoas. Pessoas são diferentes"

Há bastante tempo presenciei uma situação de que me lembro até hoje, e o ocorrido tem tudo a ver com o tema deste artigo, com desenvolvimento e com gerência de TI. Veja.

Eram 23h, de uma sexta-feira, 23 de dezembro de 2005, eu estava no Aeroporto de Brasília, em uma longa escala retornando para Vitória (ES). Por ser ante-véspera de Natal, havia um caos meio que permitido, notado pela enorme quantidade de voos atrasados, gente sentada no chão e troca-troca de portões de embarque.

Meu voo, que originalmente estava em portão de embarque 'normal', agora estava agendado para um dos portões de embarque remoto (onde pega-se um ônibus do próprio aeroporto que te leva até o pátio, onde o avião está estacionado, para que você, enfim, entre na aeronave).

Após chamarem os passageiros para o meu vôo, na fila, notei que ficou imediatamente à minha frente uma senhora. Pela vestimenta, bolsa e embrulhos de presentes, era de origem bem humilde. "Que bom que mais pessoas estão podendo andar de avião hoje em dia", pensei. Todavia, após a senhora entregar o bilhete para o funcionário da companhia aérea, aconteceu a seguinte cena:

- Pode embarcar (no ônibus), senhora. - disse o funcionário

- Mas, moço, não, de ônibus não, eu paguei para ir de avião. - disse a senhora, visivelmente triste, transtornada e sem saber o que fazer, achando que talvez teria de fazer a viagem de mais de mil quilômetros em um ônibus.

O que se seguiu foi um total ignorar do funcionário da companhia aérea à senhora, que ficou parada e só entrou no ônibus após eu (um passageiro), tê-la informado de que o ônibus nos levaria até o avião.

Essa cena ficou gravada em minha memória como exemplo do que não se deve fazer com o cliente, principalmente porque, ao meu ver, o maior erro do funcionário (depois do silêncio e do desprezo à questão levantada pela passageira) é ter presumido que todos passageiros, seus clientes que ali estavam, soubessem de todo o procedimento a ser seguido ou tivessem o raciocínio lógico da função do ônibus no aeroporto.

Daí vem uma preocupação altamente pertinente principalmente para implantadores e analistas de suporte, mas que pode também alcançar a todos os níveis de uma empresa de soluções em informática: precisamos falar a linguagem de nossos clientes.

É claro que seria maravilhoso, e é até ideal, termos um sistema que fosse todo voltado para aquilo e do jeito que o cliente realmente quer, tal como reza a técnica DDD (Domain Driven Design) de desenvolvimento.

Mas, se nosso sistema já está pronto e/ou ele visa a atender uma grande variedade de clientes, das mais diversas regiões de nosso multicultural país, é necessário fazer interfaces um tanto quanto generalizadas. E os clientes entendem isso, sério, mas desde que eles encontrem um mínimo de coisas na linguagem deles, o que na verdade será na linguagem geral.

Já na hora de passar informação para o cliente, seja em um treinamento de implantação de sistema ou em um atendimento de suporte, necessitamos, sim, e sem desculpas do contrário, falar a língua do cliente, sob pena de corrermos o sério risco de não sermos entendidos ou, pior, de o cliente entender de forma errada.

Quer um exemplo?

Sabe aquele papel, ou às vezes caderninho, em que os professores registram as notas, faltas e conteúdos lecionados em suas aulas? Pois é, ele tem vários nomes conforme a região do Brasil em que você esteja. Para uns é 'Diário de Classe', para outros é 'Caderneta' ou, ainda, 'Cadeira' em outras regiões. Já ouvi pessoas falarem que ele se chamava simplesmente 'Caderno' e que 'Diário' (para elas) na verdade era aquele velho conhecido caderninho da coordenação. E cada pessoa que utilize uma diferente nomenclatura jurará de pé junto que a sua é a correta.

É missão nossa, e não do cliente, procurar entendê-lo em suas necessidades e costumes, claro, trazendo isso para nossos sistemas e procedimentos, respondendo às suas questões e descrevendo os novos passos. Com um pouco de carinho, pedagogia e didática, alcançamos até a compreensão dele de que o nosso jeito de fazer é melhor de um ou de outro lado, sendo apenas um pouquinho diferente.

Clientes são Pessoas. Pessoas são diferentes. A empresa que parte do princípio de que todos os seus clientes têm a mesma cabeça e pensamento corre o risco de que eles não embarquem em seus produtos.
http://imasters.uol.com.br/artigo/17479/acessado 09.07.10

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Gestão do tempo

Um consultor, especialista em gestão do tempo, quis surpreender a Assistência numa conferência. Tirou debaixo da mesa um frasco grande de boca larga.

Colocou-o em cima da mesa, junto a uma bandeja com Pedras do tamanho de um punho, e perguntou:

-"Quantas pedras pensam que cabem neste frasco?"

Depois dos presentes fazerem suas conjecturas, começou a meter pedras até Que encheu o frasco. E aí perguntou:

-"Está cheio?"

Todos olharam para o frasco e assentiram que sim. Então ele tirou debaixo da mesa um saco com gravilha (pedrinhas pequenas, menores que a "brita").

Colocou parte da gravilha dentro do frasco e agitou-o.

As pedrinhas penetraram pelos espaços deixados pelas pedras grandes.

O consultor sorriu com ironia e repetiu:

-"Está cheio?"

Desta vez os ouvintes duvidaram:

-"Talvez não.", responderam.

- "Muito bem!", disse ele, e pousou na mesa um saco com areia que começou a despejar no frasco. A areia infiltrava-se nos pequenos buracos, deixados pelas pedras e pela gravilha.

-"Está cheio?", perguntou de novo.

-"Não!", exclamaram os presentes. Então o consultor pegou uma jarra com água e começou a derramar para dentro do frasco. O frasco absorvia a água sem transbordar.

-"Bom, o que acabamos de demonstrar?", perguntou.

Um ouvinte, mais afoito, arriscou:

-"Que não importa o quão cheia está a nossa agenda; se quisermos, sempre conseguimos fazer com que caibam mais compromissos."

-"Não!", concluiu o especialista, "o que esta lição nos ensina é que se não colocarem as pedras grandes primeiro, nunca poderão colocá-las depois...

E quais são as grandes pedras nas nossas vidas? A pessoa amada, nossos filhos, os amigos, os nossos sonhos e desejos, a nossa saúde.

Lembrem-se: ponham-nos sempre primeiro. O resto encontrará o seu lugar!"

Autor Desconhecido

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Deixe a raiva secar

Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Julia sua amiguinha, veio bem cedo convida-la para brincar. Mariana não podia porque ia sair com sua mãe naquela manhã. Julia, então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme pôr aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
-Está vendo, mamãe, o que a Julia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão. Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Julia pedir explicações. Mas a mamãe, com muito carinho, ponderou:
- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? Ao chegar a sua casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra do que a vovó falou? Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. Pois e, minha filha! Com a raiva e a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu ir para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha. Era Julia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
- Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atras da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Ai ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa. Não tem problema, disse Mariana, minha raiva ja secou. E, tomando a sua coleguinha pela mão, levou-a para o quarto para contar historia do vestido novo que havia sujado de barro.
http://www.otimismoemrede.com/ - acessado em 17/07/09

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Para refletir



“Toda manhã, na África, uma gazela desperta. Ela sabe que deve correr mais rápido que o leão, mais veloz ou será morta e devorada por ele.
Toda manhã na África, um leão desperta. Ele sabe que deve correr mais rápido que a mais lenta das gazelas, ou então ele morrerá de fome.
Não importa se você é um leão ou uma gazela. O importante é quando o sol nascer, que você já esteja correndo”.

Entretanto, nessa correria, você deve ter objetivos, metas ou então, sua correria será inútil.
Lembre-se também de que, em primeiro lugar,VOCÊ é um ser humano. Respeite seus limites.

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Li em algum lugar

Há pessoas estrelas; há pessoas cometas.
Os cometas passam. Apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.
As estrelas permanecem. Os cometas desaparecem.
Há muita gente cometa.
Passam pela vida da gente apenas por instantes, gente que não prende ninguém e a ninguém se prende. Gente sem amigos. Gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença.
Há muita gente cometa. Assim são muitos e muitos artistas. Brilham apenas por instantes nos palcos da vida. E com a mesma rapidez com que aparecem, também desaparecem. Assim são muitos reis e rainhas de todos os tipos. Reis de nações, rainhas de clubes ou concurso de beleza. Assim são pessoas que vivem numa mesma família e que passam pelo outro sem ser presença.
Importante é ser estrela. Estar presente. Marcar presença. Estar junto. Ser luz. Ser calor. Ser vida.
Amigo é estrela. Podem passar os anos, podem surgir distâncias, mas a marca fica no coração. Coração que não quer enamorar-se de cometas que apenas atraem olhares passageiros. E muitos são cometas por um momento. Passam, a gente bate palma e desaparecem.
Ser cometa é não ser amigo. É ser companheiro por instantes. É explorar sentimentos. É ser aproveitador das pessoas e das situações. É fazer acreditar e desacreditar ao mesmo tempo.
A solidão de muitas pessoas é conseqüência de que não podem contar com ninguém. A solidão é resultado de uma vida cometa. Ninguém fica todos passam. E a gente também passa pelos outros.
Há necessidade de criar um mundo de estrelas. Todos os dias poder vê-las e senti-las. Todos os dias poder contar com elas. Todos os dias ver sua luz e calor.
Assim são os amigos. Estrelas na vida da gente. Pode-se contar com eles. Eles são uma presença. São aragem nos momentos de tensão. São luz nos momentos escuros. São pão nos momentos de fraqueza. São segurança nos momentos de desânimo.
Olhando os cometas é bom não sentir-se como eles. Nem desejar se prender em sua cauda. Olhando os cometas é bom sentir-se estrela. Marcar presença. Ter vivido e construído uma história pessoal. Ter sido luz para muitos amigos. Ter sido calor para muitos amigos. Ter sido calor para muitos corações.
Ser estrela neste mundo passageiro, neste mundo cheio de pessoas cometas, é um desafio, mas acima de tudo uma recompensa: É NASCER E TER VIVIDO E NÃO APENAS EXISTIDO.

domingo, 1 de março de 2009

Para pensar!...

Uma questão de pontuação

Um homem rico estava muito mal. Pediu papel e pena. Escreveu assim:
Deixo meus bens à minha irmã não a meu sobrinho jamais será paga a conta do alfaiate nada aos pobres.
Morreu antes de fazer a pontuação. A quem deixava a fortuna? Eram quatro concorrentes.

1) O sobrinho fez a seguinte pontuação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

2) A irmã chegou em seguida. Pontuou assim o escrito:
Deixo meus bens à minha irmã. Não o meu sobrinho. Jamais será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

3) O alfaiate pediu cópia do original. Puxou a brasa para sardinha dele:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate. Nada aos pobres.

4) Aí, chegaram os descamisados da cidade. Um deles, sabido, fez esta interpretação:
Deixo meus bens à minha irmã? Não! A meu sobrinho? Jamais! Será paga a conta do alfaiate? Nada! Aos pobres.

Assim é a vida. Nós é que colocamos os pontos. E isso faz a diferença.
Autor desconhecido.