Não sei mesmo
se a vida é poesia.
Se a palavra sofre por si só
pela falta de sabedoria.
O que sei - que a palavra está por aí, apenas.
Nos escritos
ou
na imagem do dia a dia.
Mas, é pouco:
é porque a vida é poesia - "desen-saciada"
E não dá pra mover sentimentos
sem a doce palavra do coração.
Quem sou eu
- Marina
- Marmeleiro, Sudoeste do Paraná, Brazil
- Profª de Língua Portuguesa e Pedagoga no Colégio Estadual de Marmeleiro onde construí parte da minha história. E porque sou alma de espírito livre que caminha nesse mundo em busca da essência que me apraz a liberdade, amo e escrevo poesias porque: Às vezes pinto-me nuvem, outras, estrela. Às vezes vida e flores Só pra te amar. Amo e adoro amar o amor. Sou mulher. Sou paixão. Sou Poesia. Sou poeta da poesia. E sou professora.
Hora certa!
00:00:00
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
sábado, 1 de novembro de 2014
Não sei
A vida é assim: misto de quero e muitos nãos.
De repente vem uns sins por acaso.
Mas nada basta numa vida de sins ou nãos.
Quando a vida parou, por acaso,
no alto dos sonhos que não se ousa sonhar.
De repente vem uns sins por acaso.
Mas nada basta numa vida de sins ou nãos.
Quando a vida parou, por acaso,
no alto dos sonhos que não se ousa sonhar.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Solidão
De repente a noite me pega só.
Solidão.
A tristeza me envolve. E me desconforta.
Olho ao meu redor - Solidão. E vejo livros:
Muitos livros lidos, outros, não. Cedes, Devedes. Fotos da família me envolvem na estante.
Minha estante é uma bagunça literária e de imagens da minha própria fantasia.
Quero cantar a vida, a vida entreaberta que ultrapassa os céus - da minha fantasia.
Solidão.
A tristeza me envolve. E me desconforta.
Olho ao meu redor - Solidão. E vejo livros:
Muitos livros lidos, outros, não. Cedes, Devedes. Fotos da família me envolvem na estante.
Minha estante é uma bagunça literária e de imagens da minha própria fantasia.
Quero cantar a vida, a vida entreaberta que ultrapassa os céus - da minha fantasia.
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
sábado, 23 de agosto de 2014
Medos
Nasci do medo num momento qualquer.
Vivo por medo essa vida esdrúxula
que me impuseram nesses cantos obscuros
do mais profundo útero que me deu a vida.
Ando pela vida, olho de soslaio o sol que brilha
e tenho medo que me mate seus fulgores.
Quedo-me nas brancas nuvens de sonhos de amor
à procura de quem me diga:
- Como evitar o medo que me assola a alma?
E a angústia de quem vive, mas já morreu?
De repente nas
incertezas
Há quem diga que o amor não morreu
Porque a vida é assim
Há os que amam
E outros que desamam
Mas que vivem presos em mim
Porque eu vivo neles e eles
estão amordaçados nos sonhos que me povoam:
Numa flor maior além muito além do que considero – a vida.
domingo, 15 de junho de 2014
Ao homem que queria uma filha
Amado nossa felicidade se encontrou com o amor
que de repente
se foi.
Os momentos de prazer e descoberta nos envolveram
no encantamento: eu, adolescente na vida, você o Sr. Lobo pronto a ensinar os mistérios
que envolvem a mulher - o primeiro sexo.
E, o meu amor se fez amor
O meu ser se fez encantamento
em busca de cada fibra sua
para me amar.
Mas, de repente, o sonho despencou
porque
não era apenas sexo
Mas faltou a doce formosura da paixão
para eternizar a filha que não nasceu.
E, de repente, não mais que de repente,
a luz da paixão se apagou.
E restou o sonho lindo que se foi - Cristina.
A filha eterna que não nasceu.
Assinar:
Postagens (Atom)






