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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Solidão

De repente a  noite me pega só.
Solidão.
A tristeza me envolve. E me desconforta.
Olho ao meu redor - Solidão. E vejo livros:
 Muitos livros lidos, outros, não. Cedes, Devedes. Fotos da família me envolvem na estante.
Minha estante é uma bagunça literária e de imagens da minha própria fantasia.
Quero cantar a vida,  a vida entreaberta que ultrapassa os céus - da minha fantasia.






quinta-feira, 28 de agosto de 2014


O amor, ah, o amor...
Apenas uma onda que nos enleva e nos arrebata
Para sonhos, doces quimeras
De quem vive a vida a sua espera.

O amor é o nosso amor
Que nos derrete de paixão
Porque somos um, apenas um
Nesse vendaval de ilusão.

sábado, 23 de agosto de 2014

Medos


Nasci do medo num momento qualquer.
Vivo por medo essa vida esdrúxula
que me impuseram nesses cantos obscuros
do mais profundo útero que me deu a vida.

Ando pela vida, olho de soslaio o sol que brilha
e tenho medo que me mate seus fulgores.
Quedo-me nas brancas nuvens de sonhos de amor
à procura de quem me diga:
- Como evitar o medo que me assola a alma?
E a angústia de quem vive, mas já morreu?

 De repente nas incertezas
Há quem diga que o amor não morreu
Porque a vida é assim
Há os que amam
E outros que desamam
Mas que vivem presos em mim
Porque eu vivo neles e eles
estão amordaçados nos sonhos que me povoam:
Numa flor maior além muito além do que considero – a vida.

terça-feira, 22 de julho de 2014

domingo, 15 de junho de 2014

Ao homem que queria uma filha


Amado nossa felicidade se encontrou com o amor
que de repente
se foi.

Os momentos de prazer e descoberta nos  envolveram
no encantamento: eu, adolescente na vida, você o Sr. Lobo pronto a ensinar os mistérios
que envolvem a mulher - o primeiro sexo.

E, o meu amor se fez amor
O meu ser se fez encantamento
em busca de cada fibra sua
para me amar.

Mas, de repente, o sonho despencou
porque
não era apenas sexo
Mas faltou a doce formosura da paixão
para eternizar a filha que não nasceu.

E, de repente, não mais que de repente,
a luz da paixão se apagou.
E restou o sonho lindo que se foi - Cristina.
A filha eterna que não nasceu.





quinta-feira, 5 de junho de 2014

Poema da luz


Sou luz que encanta
mas desencanta quando me quer feliz
Sou luz escura porque me fizeste infeliz
Sou brilho fugaz fora do espaço de tua luz:
infeliz porque me falta o brilho do teu carinho
Amor
Eu quero amor minha luz
Meu amor - feliz
Me desencanta e me faz amor
Meu amor
Só quero você minha luz
que me faz feliz
Só quero você minha luz
que me desencanta
e me faz feliz
Tão feliz
Meu amor, minha luz.

(Para  Victor e Leo musicar e cantar)

sábado, 31 de maio de 2014

Poema


Sou filha Marina, a segunda das meninas do amor que permitiu o amor de nascer:
Leonel
Irineu Ozires
Percy
E deles muitas outras paixões e filhos são amores
que envolvem o coração da família.
E Maria assim batizada, meninhinha-bebê antes de nascer, primeira filha do amor de meus pais, Deus a levou. Mas ela mora no meu coração.
Porque papai e mamãe sempre se amaram e lhe deram a vida e, logo depois, a mim
e três outros filhinhos.
E a vida abençoou o amor de papai e mamãe.