Quem sou eu
- Marina
- Marmeleiro, Sudoeste do Paraná, Brazil
- Profª de Língua Portuguesa e Pedagoga no Colégio Estadual de Marmeleiro onde construí parte da minha história. E porque sou alma de espírito livre que caminha nesse mundo em busca da essência que me apraz a liberdade, amo e escrevo poesias porque: Às vezes pinto-me nuvem, outras, estrela. Às vezes vida e flores Só pra te amar. Amo e adoro amar o amor. Sou mulher. Sou paixão. Sou Poesia. Sou poeta da poesia. E sou professora.
Hora certa!
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Pai, Mãe
Amo vocês
Luzes no meu caminho
Como sou feliz de ser sua filha.
Pai
Recupere-se e volte para casa.
Pai
É sempre uma figura austera
Mas para mim você é símbolo de amor e alegria
É a verdade do amor incondicional pela família.
É aquele paizinho que levanta pela manhã e com carinho
faz o café e me leva uma xícara até o quarto enquanto me preparo para o trabalho
E outra xícara carinhosa para a esposa adormecida
É aquele pai que ama e me ensinou a amar
Está sempre presente na vida dos filhos
É pai apenas pai
E não há mais nada a dizer.
ANGÚSTIA
Como podes abençoar-me com tuas garras
arranhando meu coração
magoando minh'alma.
Oh! angústia por que me angustia
não me das trégua
me faz chorar lágrimas incautas
da incerteza, do medo
atinge-me de tal forma que não sei como libertar-me
de ti, oh, dor das dores das almas dos seres perdidos
de quem ama e não quer perder quem ama.
Oh, Deus, livra-me da angústia da espera.
Livra-me da dor do seu maldizer.
Abençoa-me novamente com os momentos de prazer
e de luz.
Marina -11.02.13
Como podes abençoar-me com tuas garras
arranhando meu coração
magoando minh'alma.
Oh! angústia por que me angustia
não me das trégua
me faz chorar lágrimas incautas
da incerteza, do medo
atinge-me de tal forma que não sei como libertar-me
de ti, oh, dor das dores das almas dos seres perdidos
de quem ama e não quer perder quem ama.
Oh, Deus, livra-me da angústia da espera.
Abençoa-me novamente com os momentos de prazer
e de luz.
Marina -11.02.13
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Instantes
Há dias que acredito que a vida está tecida
entrelaçada a outras vidas nas quais as sinto
embaralhadas
amadas
desamadas
perdidas.
Há os amores amados
há os desamados
e aqueles que lutam pra sobreviver.
Entendo de repente num sopro
que me apraz a compreensão
que a vida é apenas um vai e vem cheio
de surpresas inesperadas
e que o amor
está presente no coração
quase sempre de quem está ausente.
Há momentos que a vida não é cheia de graça
mas da graças para quem acredita
que vale a pena viver.
Há dias que acredito que a vida está tecida
entrelaçada a outras vidas nas quais as sinto
embaralhadas
amadas
desamadas
perdidas.
Há os amores amados
há os desamados
e aqueles que lutam pra sobreviver.
Entendo de repente num sopro
que me apraz a compreensão
que a vida é apenas um vai e vem cheio
de surpresas inesperadas
e que o amor
está presente no coração
quase sempre de quem está ausente.
Há momentos que a vida não é cheia de graça
mas da graças para quem acredita
que vale a pena viver.
sábado, 15 de dezembro de 2012
É Natal, mais uma vez!
Porém, o tempo foi longo nos seus quase 365 dias e nos faz refletir
nos que se foram, nos que estão por ir e nos que pensam em ficar.
No que fizemos e no que deixamos de fazer nos ensinamentos de quem nasceu e morreu por nós.
É Natal!
A vida mais uma vez renova-se e não há muito que dizer.
Jesus nasceu! Jesus nos da graças para novamente colher o que plantamos.
É hora de cantar Jesus e proclamar a esperança do milagre da vida.
É hora de compor um verso de amor, de alegria e de agradecimento ao filho de Deus e de Maria.
É tempo de nos versos renovarem-se as palavras de poesia para celebrar o nascimento de JesusCristinho – que veio ao mundo para nos salvar.
É tempo de na poesia brindar esse menino encantador que nos ensinou que sem amor, mesmo que “falássemos a língua dos homens, nada seríamos”:
a palavra da vida é vã, sem amor.
É hora de entender que os sonhos da humanidade caminham na lentidão do tempo que se esvai...
Mas que o tempo urge para as mãos que plantaram e esperam colher
a celebração do menino que contemplamos como nossa salvação:
- Jesus, Filho de Deus, que nos ensina uma prece por quem dorme em silêncio no entardecer do Pai Nosso.
É Natal, mais uma vez!
È tempo de se pensar mais na justiça dos injustiçados.
E de sonhar com um mundo melhor - livre dos males que assolam a humanidade.
A vida renova-se e não há muito que dizer:
A não ser – Obrigada, Jesus Cristo, porque você me ensinou a palavra AMOR e que a todo o momento é possível mudar o instante de nossa existência.
Marmeleiro, 17.12.12
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
O jardim silencioso
Gosto de saber
que a vida está lá fora
nos pássaros,
nas flores,
nas folhas das árvores do meu quintal
no céu
nas estrelas
no horizonte que da brilho à vida
que me ensina a amar nessa viagem.
Gosto de saber que
na terra molhada
do meu jardim
crescem rosas e jasmins
romãs e dálias
hortências e camélias
beijos e espinhos de Cristo...
insetos e minhocas
saudando a vida.
Ah! como sou feliz
nas terras do meu jardim
enquanto sonho presa nesse quarto
abaixo do solo vermelho desse imenso mundo silencioso e aconchegante
que é meu jardim.
Filosofando Sobre a Vida em 1ª Pessoa
Passagem que vai
Passagem que vem
É a vida da gente
numa eterna viagem.
Às vezes, as andanças são interrompidas
num momento qualquer.
E nesse instante paro para refletir
sobre o sentido da vida.
E quanto mais penso, menos entendendo
esse sopro que me ensina certas verdades
caladas
no coração.
Há dias que vago entre o “ser ou não ser”,
embora seja exatamente a questão:- o aprendizado da vida,
- esta passagem que vai e vem.
As longas horas, algumas, inevitavelmente,
Mortas, me atordoam
perpassam pelo curso Incerto...
Perdido,
ora porque não aprendi a viver,
ora porque vivi demais,
Atropeladamente,
ou, porque, de repente, não vivi o que deveria aprender.
Mas meu Pequeno Príncipe me ensinou que
“Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”.
De certa forma, se a alma não é pequena
é possível, filosoficamente,
que tudo na vida tem sentido para existir,
Inclusive a minha alma e vida.
Se a existência entre o nascer e o quedar do sol poente
de nossas vidas, dá-se estritamente entre o real e o imaginário –
- na minha forma de conceber a Poesia da vida.
Quero entre um, mas e outro, amar e muito viver,
pois o fim desse processo – é a aprendizagem
nesta passagem que vai e vem
e nela está minha alma e porque existo.
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