Quem sou eu
- Marina
- Marmeleiro, Sudoeste do Paraná, Brazil
- Profª de Língua Portuguesa e Pedagoga no Colégio Estadual de Marmeleiro onde construí parte da minha história. E porque sou alma de espírito livre que caminha nesse mundo em busca da essência que me apraz a liberdade, amo e escrevo poesias porque: Às vezes pinto-me nuvem, outras, estrela. Às vezes vida e flores Só pra te amar. Amo e adoro amar o amor. Sou mulher. Sou paixão. Sou Poesia. Sou poeta da poesia. E sou professora.
Hora certa!
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sábado, 2 de novembro de 2013
Os que deixaram esta vida
Chorei pelos que abandonaram esta existência
Não interessa em qual momento e circunstância
Chorei por aqueles que não se despediram.
Frente a cruz pedi:
O que faço, Jesus e Maria, pelos que já não estão junto a mim?
À espera de uma resposta dedico minha poesia de Amor.
O poder de Deus
Pensei em escrever versos
Mas frente a beleza da rosa
Emudeci
No Deus da sabedoria e beleza das flores do me jardim.
Mas frente a beleza da rosa
Emudeci
No Deus da sabedoria e beleza das flores do me jardim.
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
A velha
Sou uma velha senhora
E tenho bons modos
Ando vagarosamente
E nunca incomodo
Planto meu jardim
De rosas vermelhas
Beijo meus pássaros
E a terra onde nasci
Sou eles e eles são eu.
Cubro-me de ternura
Guardo na alma o cântico do amor
Sinto-me apenas uma certeza
Da vida poderosa no caminho dos ventos
Onde o pensamento vale os roseirais
e o voo dos pássaros
do sonho e da vida que vivi.
Aprendiz dos meus próprios cantos
Poetizo os inéditos langores
- dos versos que escrevi.
Poetizo a memória do tempo no tempo
À medida que o meu tempo se desgasta
Abençôo uma saudade antiga
Resguardada na criança que secretamente
- escreve em
mim.
Permaneço nos versos
Canto as ausências
As rimas desatentas
Do amor antigo
O desvario dos amantes
As quimeras da adolescência
O olhar do menino e da menina
Presos em si.
Sou uma velha senhora.
Que escreve e que planta sonhos
Que acredita nos pássaros e nas flores
E no ser já não tão humano
Perdido neste mundo de coisas duras
E sem solução.
Sou a velha senhora:
Poesia
Você pode acreditar em mim.
E em todos os sonhos e
quimeras
Do tempo que vivi e você
prendeu-se em mim
Em versos e rimas de poesia
Que escrevi no coração do
amor e dos versos
Para a mulher.
Eu sou a poesia
Velha
Que sempre se remoça
Em cantos, nos versos sem
rimas
Apenas versos de amor à flor
da fina poesia
Eu sou a Lua.
sábado, 26 de outubro de 2013
Lua
Canto tua beleza que me encanta
No canto do meu sonho de mulher
Brilhas no espaço infinito e passeias majestosa entre as nuvens
À espera certamente do Sol, cujos raios abraçará tua luz amorosa,
Para um novo dia de amor que nascerá.
No espaço sideral brilhas tímida,
mas esplendorosa.
Sorri encantada quando o Sol a abraça
E adormece feliz
Linda rosa
A vida se encontra encantada em ti
Rosa do meu jardim.
Não há palavras para descrever sua beleza singela
Mas arrisco dizer que você é uma parte de mim.
Rosa do meu jardim.
Não há palavras para descrever sua beleza singela
Mas arrisco dizer que você é uma parte de mim.
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
De repente
Não há risos
Só prantos.
Choro o riso do encanatamento d´alma
Canto o canto da palavra
Que se fez lágrimas em versos
Descompassados
Tristes
Versos que morreram
Por falta de poesia
Que eu não soube escrever.
(Homenagem aos poetas do 9º Concurso Francisco Beltrão de Literatura).
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