A velha
Sou uma velha senhora
E tenho bons modos
Ando vagarosamente
E nunca incomodo
Planto meu jardim
De rosas vermelhas
Beijo meus pássaros
E a terra onde nasci
Sou eles e eles são eu
Quem sou eu
- Marina
- Marmeleiro, Sudoeste do Paraná, Brazil
- Profª de Língua Portuguesa e Pedagoga no Colégio Estadual de Marmeleiro onde construí parte da minha história. E porque sou alma de espírito livre que caminha nesse mundo em busca da essência que me apraz a liberdade, amo e escrevo poesias porque: Às vezes pinto-me nuvem, outras, estrela. Às vezes vida e flores Só pra te amar. Amo e adoro amar o amor. Sou mulher. Sou paixão. Sou Poesia. Sou poeta da poesia. E sou professora.
Hora certa!
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sexta-feira, 24 de maio de 2013
Minhas vidas
Novamente
Aqui estou
Sonhei com todas minhas vidas
Minhas almas, quantas serão?
Nunca me vi e me sinto estranha
Pois me sinto alma em sonho que
me fiz descoberta, aberta, em busca
de luz
de tanto não ser – e amar
- Nasci
E assisto agora este meu viver.
Mas estou de passagem
Viajo
E atento para o que sou sem medo
Torno-me todo dia louca de desejo
Para nascer e saber onde estou
E viver minha passagem
Nas páginas de 18.01.1952
Minhas almas, quantas serão?
Nunca me vi e me sinto estranha
Pois me sinto alma em sonho que
me fiz descoberta, aberta, em busca
de luz
de tanto não ser – e amar
- Nasci
E assisto agora este meu viver.
Mas estou de passagem
Viajo
E atento para o que sou sem medo
Torno-me todo dia louca de desejo
Para nascer e saber onde estou
E viver minha passagem
Nas páginas de 18.01.1952
Novamente
Aqui estou
E
Finalmente
Vivo minha outra vida
Do viver para encontrar
O que não soube compreender
Nos sonhos
De tantas vidas
Por isso
Amo minha vida
E agradeço por viver nesta passagem
A vida, apenas a vida que novamente Deus me deu.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Filosofando Sobre a Vida
Passagem que vai
Passagem que vem
É a vida da gente
numa eterna viagem.
Às vezes, as andanças são interrompidas
num momento qualquer.
E nesse instante paro para refletir
sobre o sentido da vida.
E quanto mais penso, menos entendendo
esse sopro que me ensina certas verdades
caladas no coração.
Há dias que vago entre o “ser ou não ser”,
embora seja exatamente a questão:- o aprendizado da vida,
esta passagem que vai e vem.
As longas horas, algumas, inevitavelmente,
Mortas, me atordoam
perpassam pelo curso Incerto...
Perdido,
ora, porque não aprendi a viver,
ora, porque vivi demais,
Atropeladamente,
ou, porque, de repente, não vivi o que deveria aprender.
Mas, meu Pequeno Príncipe me ensinou que
“Tudo vale a pena, se a alma não é pequena”.
De certa forma, se a alma não é pequena
é possível, filosoficamente,
que tudo na vida tem sentido para existir,
Inclusive a minha alma e vida.
Se a existência entre o nascer e o quedar do sol poente
de nossas vidas, dá-se estritamente entre o real e o imaginário –
- na minha forma de conceber a Poesia da vida.
Quero entre um, mas, e outro, amar e muito viver,
pois o fim desse processo – é a aprendizagem - nesta passagem que vai e vem
e nela está minha alma porque existo neste imensurável mundo
de amor e paixão.
quarta-feira, 13 de março de 2013
AMOR
Essa mania louca
De amar a paixão
E depois matar sem razão
E na loucura do desvario - gritar que a vida
é um instante de vida que passa ...
E isso basta pra desculpar os atos insanos
desse amor adoidado que rege a convivência
a dois.
O que penso eu do amor doido de loucas paixões?
Sei lá o que penso sobre a morte do amor louco.
Eu não aprendi a amar tresloucadamente.
Então meu coração desamado não pode julgar.
Apenas - momentaneamente - brinco com as palavras
refletidas pela luz do teu olhar apaixonado.
E
totalmente sem um momento qualquer
de ilusão no meu desassossego de mulher
Vejo-me ainda a acreditar no amor eterno
de homem e mulher.
Essa mania louca
De amar a paixão
E depois matar sem razão
E na loucura do desvario - gritar que a vida
é um instante de vida que passa ...
E isso basta pra desculpar os atos insanos
desse amor adoidado que rege a convivência
a dois.
O que penso eu do amor doido de loucas paixões?
Sei lá o que penso sobre a morte do amor louco.
Eu não aprendi a amar tresloucadamente.
Então meu coração desamado não pode julgar.
Apenas - momentaneamente - brinco com as palavras
refletidas pela luz do teu olhar apaixonado.
E
totalmente sem um momento qualquer
de ilusão no meu desassossego de mulher
Vejo-me ainda a acreditar no amor eterno
de homem e mulher.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Pai, Mãe
Amo vocês
Luzes no meu caminho
Como sou feliz de ser sua filha.
Pai
Recupere-se e volte para casa.
Pai
É sempre uma figura austera
Mas para mim você é símbolo de amor e alegria
É a verdade do amor incondicional pela família.
É aquele paizinho que levanta pela manhã e com carinho
faz o café e me leva uma xícara até o quarto enquanto me preparo para o trabalho
E outra xícara carinhosa para a esposa adormecida
É aquele pai que ama e me ensinou a amar
Está sempre presente na vida dos filhos
É pai apenas pai
E não há mais nada a dizer.
ANGÚSTIA
Como podes abençoar-me com tuas garras
arranhando meu coração
magoando minh'alma.
Oh! angústia por que me angustia
não me das trégua
me faz chorar lágrimas incautas
da incerteza, do medo
atinge-me de tal forma que não sei como libertar-me
de ti, oh, dor das dores das almas dos seres perdidos
de quem ama e não quer perder quem ama.
Oh, Deus, livra-me da angústia da espera.
Livra-me da dor do seu maldizer.
Abençoa-me novamente com os momentos de prazer
e de luz.
Marina -11.02.13
Como podes abençoar-me com tuas garras
arranhando meu coração
magoando minh'alma.
Oh! angústia por que me angustia
não me das trégua
me faz chorar lágrimas incautas
da incerteza, do medo
atinge-me de tal forma que não sei como libertar-me
de ti, oh, dor das dores das almas dos seres perdidos
de quem ama e não quer perder quem ama.
Oh, Deus, livra-me da angústia da espera.
Abençoa-me novamente com os momentos de prazer
e de luz.
Marina -11.02.13
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